Humor, tecnologia, e o mundo visto pela direita. Um blog definitivamente politicamente incorreto.
segunda-feira
Cuidado ao Fazer Biquinho para fotos
Conheça sua Carne
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ALCATRA
Está localizado a parte traseira do boi junto ao dorso, sendo um dos cortes mais nobres e saborosos para churrasco. A chamada alcatra inteira compreende a picanha, a maminha e o miolo da alcatra (de onde vem o baby beef. A parte de dentro, chamada coração da alcatra, é um excelente pedaço para churrasco. A alcatra deve ser de preferência preparada na grelha e assa rapidamente, ficando pronta em 15 a 20 minutos. Se for utilizar o espeto, corte a alcatra em fatias de 8 a 10 cm. de comprimento ou então em pequenos cubos. Evite cortes finos, porque a carne resseca com facilidade.
PICANHA
Unanimidade nacional, a picanha é um corte tradicional de churrasco. É facilmente reconhecível por seu formato triangular e capa de gordura que a cobre por inteiro,e que não deve ser retirada para assar pois alterará seu sabor e suculência. A picanha é uma carne que varia entre 1kg e 1,5kg. Preste atenção se alguém tentar lhe vender uma picanha que tenha mais de 1,5 kg: peças maiores incluem um pedaço de coxão duro. Se a parte de baixo ainda estiver com ´nervura´ ou ´pele´ prateada, retire-a antes de salgar e levar a carne ao fogo. Para assar a picanha em um espeto, corte em fatias grossas, com cerca de quatro dedos de distância entre os cortes. Para preparar picanha na grelha, corte-a em pedaços grossos, para deixá-la mal passada em seu interior, pois a picanha endurece um pouco se passar do ponto certo. Deve ser servida ao ponto ou mal passada.
MAMINHA
Também conhecida como a ponta da alcatra ou colita del cuadril. É uma carne saborosa e suculenta. Deve ser preparada de preferência em espeto, para que seja fatiada aos poucos em fatias finas. Limpe-a bem antes de assar, e tempere-a apenas com sal grosso. Na grelha, também fica saborosa. Deve ser servida entre mal passada até ao ponto, pois se ficar muito passada o sabor pode se alterar.
CONTRAFILÉ
Também conhecido como filé curto ou lombo desossado, ou bife de chorizo (Argentina e Uruguai). É macio, tem sabor acentuado e muito suco. Deve ser servido mal passado, no máximo, ao ponto, em bifes grossos ou então fatiado e servido picado.
FILÉ MIGNON
Considerado por muitos o mais nobre dos cortes, caracteriza-se pela maciez e sabor adocicado. Não é das carnes mais procuradas para churrasco, mas pode dar excelente resultado quando preparado na grelha (sempre em pedaços grandes ou inteiro). Também pode entrar como ingrediente do \"xixo\" ou \"espetinho\", com outro tipo de carne como frango ou carne suína, lingüiça, bacon, cebola, pimentão, etc.
COSTELA
Em duas versões: costela minga ou costela ponta de agulha e costela ripa. A minga sai da parte inferior da caixa torácica, formada por ossos mais finos e muitas cartilagens, e é mais entremeada de gorduras e carnes. O ideal é comprá-la em casas especializadas em churrasco, para que esteja cortada no tamanho certo e bem limpa. A costela ripa é aquela parte de cima do boi junto ao dorso. Tem ossos maiores e mais largos e a carne um pouco mais seca. As duas devem ir às brasas com o lado do osso virado para baixo. Só depois de bem assadas, devem ser viradas. Deve ser servida ao ponto. No Uruguai e na Argentina, recebe o nome de asado de tira e é cortada bem fina, em porções com cerca de 5 cm. de osso.
FRALDINHA OU VAZIO
É a ponta com carne da costela minga ou ponta de agulha. Escolha sempre fraldinhas grandes e com gordura, o que indica que ela provém de um animal de boa qualidade. A gordura deve ser retirada na hora de servir. Teste sempre durante o assado, pois ela pode estar muito crua em um momento e logo passar do ponto, ficando seca. Seu modo de preparo é simples mas deve ser cuidadoso: basta espetar a carne no espeto com parte maior para o lado de dentro (do espeto) e a porção mais fina em direção à ponta do espeto. Coloque bastante sal grosso e asse na churrasqueira em altura média. Para servir, bata na carne com as costas de uma faca, para eliminar o excesso de sal grosso, e corte-a em fatias. Se for levar de volta o fogo, espalhe um pouco de sal refinado. É muito saborosa, sendo considerada uma das melhores carnes para churrasco, devendo ser cortada em pedaços grossos.
GRANITO / PEITO
É carne do peito e vem com osso e bastante gordura. Deve ser assado com bastante calor e por muito tempo. Na hora de servir, deve-se retirar a gordura, em geral de cor amarelada.
CHULETA OU BISTECA
Parente nacional do corte americano conhecido como T-bone steak e do entrecôte francês. É muito saborosa e entremeada de gordura. Fica excelente cortada em pedaços com cerca de dois dedos de espessura e temperada apenas com sal grosso, e colocada na grelha a 20-25 cm. de altura do braseiro por cerca de 15 a 20 minutos. Para saber o momento exato de virar a carne na grelha, espere até que o suco da carne ´brote´ na superfície, o que ocorre em aproximadamente 7 a 10 minutos. Este é o momento de pegá-la com uma pinça comprida e virá-la.
CUPIM
O cupim é o conjunto de fibras musculares, entremeadas de gordura, situadas logo atrás do pescoço de bovinos de raça ou cruza zebuína. Tem sabor característico e paladar agradável, devendo sempre ser cozida lentamente. Muito utilizada em churrascos, pode ser assada enrolada em várias camadas de celofane especial para culinária que distribui o calor uniformemente e promove o cozimento da carne em seu próprio suco.
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Why Men Are Like Monkeys
Dear Wives/Girlfriends, It's Not Our Fault - By John Cleese
Allow me to quickly describe a scenario, and feel free to skip a couple of paragraphs ahead if you already know how this story ends. For the six of you who haven't experienced this yet, pay attention because this is stuff they don't tend to teach in high school.
You've had a long day at work, and all you can think about is bursting through your front door, stripping down to your underwear, decapitating a beer bottle, and sinking so far into your couch that the material wraps around your back and touches both of your nipples. But just as you check off step three and start sprinting for home base, your wife/girlfriend appears from the bedroom.
She's in her "I think I'll order the lobster" dress and fastening the back of her good earrings -- the ones with gems that don't start with the word "cubic" -- and before you can get past "oh" and right into "sh*t," she shoots you a look that you've only seen in movies just before the guards attach the anti-bite mask.
Today is one of those "special" days, but dear God, which one? Is it your anniversary? No, you remember it was hot the last time you celebrated it because she was in a bikini. Is it her birthday? It has to be. It's sometime in February, right? Toward the end? Sh*t, this week is the end of February. And before your mind even has a chance to switch into emergency excuse mode, she knows. Worse, she predicted it:
"I knew you'd forget, you inconsiderate ass! You don't even remotely care about me, do you? How hard is it for you to remember one measly date?"
And therein lies the misconception: that we forget because we don't care.
It All Comes Down To Monkeys
To understand why we are what we are, you have to go back about six million years, which is roughly the period that chimps and humans branched off of our common evolutionary ancestors. Over the course of the next 5.5 million years, we developed a very specific set of behaviors that dictated our survival as a species, and that was pretty set in stone by the time modern man evolved, half a million years ago.
The behaviors and roles were pretty simple: the male was the hunter, protector and general "problem solver." He provided strength and physical safety to the family. The female was the gatherer, child bearer and general caretaker of the household. She provided stability and growth. Over hundreds of thousands of years of rinse-and-repeat actions, nature has a way of saying, "OK, that's been working for quite some time, and I'm sick of repeating it, so instead of having to learn this every time a new generation springs up, we'll just include that line of code in the DNA. It's now a part of your operating system."
Here's where things start to screw us over as guys. Our brains were pretty advanced back then compared to other animals, but they weren't very efficient by modern standards. So to conserve space, we were programmed to tackle problems in a linear fashion. "Wolf attack family. Kill wolf. Eat wolf. No more wolf bite. No more hungry."
Then we'd move on to the next. "Cold coming soon. Build shelter. Keep cold out. Keep warm in." In other words, we learned to operate in the present and the near future. Anything from the past that wasn't vital to our survival was sort of just pushed out of the mind because there was no need to have that information taking up space.
Solved problems were filed in the "safe" folder and forgotten about. You don't worry about hunting when you're in the middle of eating your kill.
Wait, It Gets Crazier
Now, consider the amount of time we spent with those sorts of lessons and roles infused into our genetic makeup. These weren't suggestions or "good rules of thumb to consider." They were hereditary laws. Now, with that six million years worth of reinforcement in mind, consider the fact that we've only been in our current intellectual and civilized state for a few thousand years.
.05% of our entire existence.
That's important because evolutionary changes in complex life forms such as humans happen over tens of thousands of years. A couple thousand is obviously not enough time for our physical building blocks to adapt to our present mental expectations.
Why It Makes Us Forget Her Birthday
It turns out that we still use a lot of those seemingly outdated genetic commands. Granted, we use them in a much less violent way, but they're still dominating our actions. Let's consider the "problem" of relationships. When a man is looking for a woman to be with, he subconsciously sees his loneliness as an immediate problem that needs a solution: "Me want woman."
When we do meet a woman we'd like to win over, we do so by showing her attention and making her feel elevated and desired. We remember the first outfit she wore on our first date. We pay attention when she tells us her favorite movies and songs. It's as much a courtship today as it was a few million years ago. But once she's accepted us and committed to the relationship, she starts noticing that we don't try as much. "You're not the same man I met five years ago! You don't love me anymore! I'm setting your car on fire!"
We didn't turn into that guy on purpose. As bad as this sounds, once we felt secure in our relationship, we just subconsciously put her into the "safe" pile and moved on to the next problem. "Me have woman. Now make more money at job." We never really considered the fact that the relationship needed upkeep and maintenance. We're just still operating under the "kill wolf/eat wolf" mentality.
Don't Think We're Making Excuses Here
Look, we're not saying it's right by any means. We understand that they make calendars for a reason, and it would take very little effort on our parts to jot down that date and check in from time to time. We know that we can't look her in the eyes and say, "Oops. Sorry I forgot our anniversary. I can't help it. It's in my genetic makeup." But what I'm saying is that very few guys forget those special days because they're just self-centered, malicious demons who thrive on women's misery. If it's a gender-wide issue, obviously it's not something we do by choice. There's something larger at work there.
Of course, there's an easy fix to this. If she puts it back on our plates by saying, "This is a problem that needs immediate attention," most guys will throw that right back on top of the things-we-need-solved stack. But if she remains silent about the problem and expects us to remember on our own, unprovoked accord, she's going to be sadly disappointed because she's asking us to do something our brains simply aren't wired to do.
At that point, all we can do is stand there while she scream at us and think, "What make woman no scream?"
Via: Askman
sexta-feira
Nem Deus socorre Dawkins
Shane Pope/Wikimedia Commons
Fraser: Richard, se eu lhe perguntasse qual o título completo de A origem das espécies, tenho certeza de que você seria capaz de me dizer.
Dawkins: Sim, seria.
Fraser: Então vamos lá.
Dawkins: Sobre a origem das espécies... hm, com, oh, Deus. Sobre a origem das espécies... e tem um subtítulo referente à preservação de raças favorecidas na luta pela vida.
Fraser: Você é o sumo sacerdote do darwinismo. Se você perguntasse essa questão a pessoas que acreditam na evolução e voltasse dizendo que somente 2% acertaram, seria muito fácil para mim dizer "então, eles não acreditam nisso". Não é justo perguntar esse tipo de questão. As pessoas se autoidentificam como cristãos e eu acho que você deveria respeitar isso.
Dawkins: Sim, seria.
Fraser: Então vamos lá.
Dawkins: Sobre a origem das espécies... hm, com, oh, Deus. Sobre a origem das espécies... e tem um subtítulo referente à preservação de raças favorecidas na luta pela vida.
Fraser: Você é o sumo sacerdote do darwinismo. Se você perguntasse essa questão a pessoas que acreditam na evolução e voltasse dizendo que somente 2% acertaram, seria muito fácil para mim dizer "então, eles não acreditam nisso". Não é justo perguntar esse tipo de questão. As pessoas se autoidentificam como cristãos e eu acho que você deveria respeitar isso.
(Em português, o título original seria Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou a preservação de raças favorecidas na luta pela vida)
O episódio vale mais a pena como anedota. Sim, o reverendo Fraser tem um bom argumento quanto à identificação entre boa memória para livros e filiação religiosa (ou "científica"), mas essa foi apenas uma das muitas perguntas da pesquisa. O considera cristão. Mas não é surpreendente, porque a mesma coisa acontece aqui no Brasil. Que objeções o reverendo Fraser poderia levantar ao dado de que boa parte dos autodeclarados cristãos não reza, não vai à igreja (exceto em casamentos, funerais, batizados, e quem sabe na Páscoa e no Natal, como na piada dos esquilos), e nem mesmo crê na divindade de Cristo e na sua ressurreição física?
Só lamento que não haja na pesquisa (pelo menos no que foi publicado até agora) questões sobre como os autodeclarados cristãos veem temas de ciência e fé. Espero que esse conteúdo esteja nas 20 questões cujas respostas a fundação promete publicar em um futuro próximo.
Via: Tubo de Ensaio
quarta-feira
"É hora de admitir que a Igreja sempre esteve certa sobre a contracepção"
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| S.S. Paulo VI |
O artigo abaixo, aqui disponibilizado em uma livre tradução feita por mim, foi publicado no site Business Insider e mostra o que qualquer pessoa honesta pode concluir por si mesma: os efeitos da mentalidade contraceptiva em voga mundialmente foram devastadores na sociedade, na família, nos relacionamentos, na afetividade.
O Papa Paulo VI, com sua Humanae Vitae, atuou como um verdadeiro profeta dos dias atuais ao admoestar o mundo sobre as conseqüências da contracepção desenfreada e é exatamente isto que é abordado neste breve artigo de autoria de Michael Brendan e Pascal-Emmanuel Gobry.
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É hora de admitir que a Igreja sempre esteve certa sobre a contracepção
Michael Brendan Dougherty e Pascal-Emmanuel Gobry
Retratar a Igreja Católica como "sem noção" é tão fácil quanto atirar em peixes em um barril. E nada torna isto tão fácil quanto a posição da Igreja contra a contracepção.
Muitas pessoas, incluindo nosso editor, perguntam-se por que a Igreja Católica simplesmente não volta atrás neste ponto. Tais pessoas dizem que a maioria dos católicos o ignoram, e que isto é "retrógrado". Ora! Estamos no século XXI! -- eles dizem. Eles não vêem o quanto isto é ESTÚPIDO -- gritam.
Eis o que temos, na realidade: a Igreja Católica é a maior e mais antiga organização do mundo. Ela enterrou todos os grandes impérios conhecidos pelo homem, de Roma à União Soviética. Ela tem unidades espalhadas por todo o mundo, presente em todas as áreas da sociedade. Ela nos deu alguns dos maiores pensadores, de Santo Agostinho a René Girard. Quando ela toma alguma atitude, geralmente é por uma boa razão. Todos têm o direito de discordar dela, mas não é que ela seja formada por um bando de branquelos empacados na Idade Média.
Então, o que é que há?
A Igreja ensina que amor, casamento, sexo e procriação são coisas que estão ligadas. Simples assim. E isto é muito importante. E embora a Igreja ensine isto há 2000 anos, provavelmente isto jamais esteve tão em evidência quando hoje.
As atuais restrições contra a contracepção artificial foram reafirmadas em um documento de 1969 escrito pelo Papa Paulo VI chamado Humanae Vitae. Ele alertou sobre quatro consqüências se o uso de contraceptivos fosse aceito:
- Queda generalizada dos padrões morais
- Um aumento na infidelidade e ilegitimidade
- A redução das mulheres a objetos utilizados para satisfação dos homens
- Coerção governamental em matérias envolvendo reprodução
Algo disto soa familiar?
Claramente isto soa como o que vem acontecendo nos últimos 40 anos.
Como escreveu George Akerloff na revista Slate há uma década,
"Ao fazer o nascimento da criança uma escolha física da mãe, a revolução sexual fez o casamento e a criação dos filhos uma escolha social por parte do pai."
Ao invés de um casal sendo responsável pela criança que eles conceberam, uma expectativa que foi sempre suportada por normas sociais e pela Lei, agora nós vamos acostumados a pensar que nenhum dos pais é fundamentalmente responsável por seus filhos. Os homens agora consideram que seus deveres como pais são preenchidos meramente pelo ato de pagar o que o lhes é ordenado pela Justiça. Isto é uma dramática redução nos padrões da "paternidade".
E como mais estamos indo desde a grande revolução sexual? O casamento de Kim Kardashian durou 72 dias. Ilegitimidade: lá no alto. Em 1960, 5.3% de todos os nascimentos nos EUA eram de mães solteiras. Em 2010, foi de 40.8%. Em 1960, famílias de cônjuges casados atingiam 3/4 do total de famílias; já pelo censo de 2010, elas são apenas 48%. A coabitação aumentou 10 vezes desde 1960.
E se você não pensa que mulheres estão sendo reduzidas a meros objetos para satisfação do homem, bem-vindo à internet! Você está por aqui há quanto tempo? Coerção governamental: basta olhar para a China (ou mesmo para os EUA, onde uma legislação governamental sobre cobertura de contraceptivos é a razão porque estamos abordando este assunto atualmente).
É tudo isto devido à pílula? Claro que não. Mas a idéia de que contracepção largamente disponível não levou a uma dramática mudança social, ou que esta mudança foi exclusivamente para melhor, é uma noção muito mais idiota do que qualquer ensinamento da Igreja Católica.
Assim como é também ridícula a noção de que seja OBVIAMENTE IDIOTA alguém obter suas diretrizes morais de uma crença venerável (oposta a que? Britney Spears?).
Mas vamos ver um outro aspecto deste assunto. A razão pela qual nosso editor pensa que os católicos não deveriam crescer e se multiplicar também não se sustenta. A população mundial -- ele escreveu -- está a caminho de um crescimento "insustentável".
O Centro de Estudos Populacionais do Departamente de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU mostra o índice de crescimento populacional diminuindo durante as próximas décadas e sendo estabilizada por volta de 9 bilhões em 2050... e permanecendo assim até 2300. (E note-se que a ONU, que promove controle de natalidade e abortos pelo mundo todo, não é bem uma entusiasta do "crescei e multiplicai-vos").
Amplicando a questão, a visão malthusiana de crescimento populacional tem se mostrado bem presente a despeito de já ter sido provada como errada e já ter causado muito sofrimento humano desnecessário. Por exemplo, a China caminha para uma crise demográfica e social devido à sua distorcida política de um filho por casal.
Progresso humano é mais gente. Tudo que faz a vida melhor, da democracia à economia à internet à penicilina foi descoberto e construído por pessoas. Mais gente significa mais progresso. O inventor da cura para o câncer pode ser o quarto filho de alguém que tenha decidido não tê-lo.
O resumo é este:
É uma boa idéia para as pessoas crescerem e se multiplicarem; e a despeito de como você se sente sobre a posição da Igreja sobre o controle de natalidade, ela se mostrou bem profética.
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